Fato consumado – Guilherme Dantas
Chega junto quase não larga, suspiro na orelha não há razão para que você me largue.
Cinco dedos e duas grandes chamas que desliza do meu peito até aonde eu sempre te chamo... Nunca se faz de difícil, afinal hoje explora tudo que cobiçou um dia, deixando de lado as intrigas e trazendo pra dentro a malicia que eu sei que está dentro de você!
Escuridão ou meia-luz sempre foi seu forte, se no chuveiro a água está fria é embaixo dela que você me morde, as marcas são escondidas, por debaixo do lençol, das roupas amassadas e do cabelo molhado, que não terei como esconder o que estávamos fazendo nessa tarde tão misteriosa.
É... você sabe que eu gosto, se não faz do meu jeito na parede eu te encosto, ai sim eu te mostro! Te mostro o que escuto toda manhã no meu quarto, com o pijama quentinho que tirei e joguei em cima da sua foto na minha penteadeira... Mas pra que essa foto? Eu gosto dos fatos! Do fato gostoso e viciante que faço quando te encontro, e relembro o quanto é gostoso ter com você, esse fato consumado!
Obs.: esse texto foi criado pelo meu amigo depois de algumas horas de conversas onde tentávamos entender certas coisas.

Vamos experimentar novas sensações????


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